Inicio Modalidades Mark Cavendish estava desempregado e foi contratado pela Astana

Mark Cavendish estava desempregado e foi contratado pela Astana

Por muitos considerado o melhor sprinter da história, o britânico Mark Cavendish é também o terceiro ciclista com mais triunfos em etapas em grandes Voltas,

Mark Cavendish assinou pela Astana, confirmou a equipa cazaque, que resgatou o recordista de vitórias da Volta a França do desemprego, após o colapso da B&B Hotels.

Depois de dias de rumores, sustentados por fotografias difundidas nas redes sociais do conceituado ciclista britânico no estágio daquela formação, a Astana confirmou a contratação.

“A Astana congratula-se por anunciar a chegada do campeão britânico de fundo, Mark Cavendish, que se junta à equipa na época 2023”, lê-se no comunicado dos cazaques.

Recordista de vitórias em etapas na Volta a França (34), a par do belga Eddy Merckx, o britânico estava “desempregado” depois de o projeto da B&B Hotels, equipa com a qual tinha assinado contrato para esta temporada, ter fracassado por falta de fundos.

“Já tenho uma longa carreira, mas o prazer de pedalar e o desejo de continuar a ganhar são tão fortes como sempre. Por isso, estou ansioso por fazer parte de uma equipa bem-sucedida, quer seja para trabalharmos em conjunto para alcançar vitórias, cruzando eu a linha de meta em primeiro, ou celebrando os meus colegas. Como sempre, o objetivo será estarmos no lugar mais alto do pódio”, revelou, citado no comunicado da equipa.

O experiente sprinter, de 37 anos, abandonou a Quick-Step Alpha Vinyl no final da temporada passada, uma vez que na equipa belga estava tapado pelo neerlandês Fabio Jakobsen, o eleito para a Volta a França.

Após uma carreira com 161 triunfos, Cavendish assina pela Astana com o objetivo de “desempatar” com Merckx e isolar-se como o mais vitorioso de sempre na Volta a França.

Por muitos considerado o melhor sprinter da história, o britânico é também o terceiro ciclista com mais triunfos em etapas em grandes Voltas, com 53 (tem 16 no Giro e três na Vuelta, além das 34 no Tour), atrás apenas de Merckx (64) e do já retirado italiano Mario Cipollini (57, 42 das quais no Giro).

RELACIONADOS

Popular